O modelo de gestão implementado pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em Minas Gerais marcou a pauta da visita técnica de conselheiros e dirigentes do Sebrae/GO à capital mineira.
Recebida pelo presidente do Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae/MG, Roberto Simões, pelo superintendente Afonso Maria Rocha e pelo diretor técnico João Cruz Reis Filho, a comitiva liderada pelo presidente do CDE/GO, Ubiratan da Silva Lopes, contou com a participação dos conselheiros Marcelo de Oliveira Moura (AGPE), Valdir Ribeiro da Silva (FCDL), Antônio Eurípedes de Lima (Sead/Conselho Fiscal), pelos diretores Antônio Carlos de Souza Lima Neto (superintendente) e João Carlos Gouveia (Tecnologia e Gestão) e Wilson Lopes de Menezes (Chefe de Gabinete do CDE).
Para Roberto Simões, o Brasil é muito diverso, cheio de características regionais específicas. Por isso, observa, é muito salutar o processo de benchmark, “pois sempre há o que se aprender”. Ubiratan Lopes relata que o objetivo da missão foi conhecer produtos e soluções que entregam resultados efetivos para as micro e pequenas empresas, “principalmente nesse período de profundas transformações socioeconômicas e tecnológicas”.
O diretor João Cruz reiterou que o Sebrae/MG recebe inúmeras comitivas do Sistema Sebrae, mas a de Goiás foi a única composta pelo presidente do Conselho Deliberativo e conselheiros. “Isso mostra que o Conselho goiano é atuante e está atento às tendências de mercado, respaldando a Diretoria Executiva na construção de um modelo de atendimento ainda mais efetivo aos empreendedores”.
O superintendente de Minas, Afonso Rocha, colocou os produtos e serviços do Sebrae/MG à disposição do superintendente de Goiás, Antônio Carlos. “Nossas soluções de suporte empresarial e desenvolvimento econômico territorial podem ser implementadas com êxito em Goiás, pois somos estados-irmãos, com características similares”, explica Afonso Rocha. “Foi uma visita técnica muito produtiva, pois conhecemos experiências bem-sucedidas, testadas e aprovadas pelos empresários, nas áreas de educação empreendedora, inovação, agronegócios e desenvolvimento de territórios”, conclui Antônio Carlos.
