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Sebrae Goiás e parceiros iniciam estudo para alavancar empreendedorismo no agronegócio

A iniciativa, que conta com especialistas experientes para conduzir o estudo pioneiro no Estado, terá a parceria da UFG, FIEG, UFMS e IFB
Por Karine Rodrigues
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O estudo pioneiro, que tem o apoio do Sebrae Goiás, busca identificar os principais desafios para o fortalecimento dos sistemas produtivos agroindustriais no Estado de Goiás. Ele dará atenção especial para os pequenos negócios. Nesse sentido, buscará também fomentar o desenvolvimento local e o empreendedorismo. A coordenação ficará a cargo do professor Waldemiro Alcântara da Silva Neto.

O Diretor Superintendente do Sebrae, Antônio Carlos de Lima Neto, explica que toda a estrutura do Sebrae Goiás, seja física, com os analistas e dados estarão à disposição dos especialistas encarregados do estudo. “Temos uma expectativa muito grande em relação aos resultados deste trabalho”, enfatiza.

O presidente do Conselho Temático do Agronegócio da Federação da Indústria de Goiás (FIEG), Marduk Duarte, diz que a entidade apoia a sinergia de trabalho entre indústria e academia. “Estamos abertos para ajudar fazer acontecer. Temos que ser dinâmicos, resolver os gargalos e fomentar as oportunidades para o nosso Estado”, ressalta.

 

Produtos

Oito sistemas produtivos serão contemplados no estudo: soja e milho, suínos, aves, bovinos e couro bovino, lácteos, sucroenergético, algodão e silvicultura. Para cada um desses segmentos, o estudo produzirá material técnico, mas com a preocupação que seja didático,  de fácil manuseio e interpretação por parte do público-alvo.

De acordo com o coordenador do estudo, Waldemiro Alcântara, o primeiro etapa do projeto, previsto para ficar pronto em fevereiro de 2022, é o mapeamento das cadeias agroindustriais. “Nós esperamos que com esse material possamos atender produtores com realidades especificas. Queremos responder esses questionamentos, sanar esses problemas”, esclarece.

Segundo Waldemiro a contribuição do Sebrae será muito importante na etapa dois do estudo, que será a fase de oportunidade de negócios e investimentos. Ela terá início em fevereiro de 2022, com previsão de término em julho do mesmo ano. Nessa etapa, a meta é reconhecer os gargalos, testar soluções e com isso gerar desenvolvimento na indústria local, fomentando a atividade econômica, gerando empregos e oportunidades.  

Um dos pesquisadores que integra o grupo dos seis, que vão produzir o estudo, Cleyzer Adrian da Cunha, ressalta o ineditismo do estudo, ao mesmo tempo complementa um estudo de cadeias produtivas produzido há cerca de 10 anos. Ele explica que um dos principais objetivos do trabalho é fomentar o desenvolvimento local e o empreendedorismo.

Ele observa que: “a crise vai perdurar; ter um estudo científico é essencial para conduzir o trabalho e os investimentos, bem como para a tomada de decisão. O produtor precisa saber o que está acontecendo ao redor dele, em uma instância macro. Como o estudo é um retrato maior, os empreendedores vão conseguir se identificar nesse retrato ampliado”, finaliza.

A previsão é de que o estudo seja finalizado em setembro de 2022, antes das eleições, para que sirva de base para formulação de propostas de políticas públicas por parte dos candidatos. E também como um instrumento de apoio e cobrança da sociedade para que essas propostas sejam implantadas, contribuindo para desenvolver o empreendedorismo e a indústria goiana.

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