Apoiar o desenvolvimento dos pequenos negócios é a missão do Sebrae Goiás e, para cumpri-la, a entidade busca parcerias nestes tempos de crise causada pela pandemia. Como forma de garantir que o micro e pequeno empreendedor possa se manter aberto no pós-crise, o diretor superintendente do Sebrae Goiás, Derly Fialho, reafirma o apoio da entidade e assistência aos empreendedores goianos durante o isolamento social.
Durante uma live no Instagram do vereador Andrey Azeredo, Derly destacou que talvez este seja o maior desafio contemporâneo da sociedade. “No meio dessa discussão mundial entre saúde e economia, não podemos esquecer que a vida é essencial e importante. Nós, do Sebrae Goiás, acreditamos que são os empreendedores que transformam a sociedade e serão eles que recuperarão o tempo perdido. É por isso que estamos à disposição para dar assistência a esse empreendedor”, afirmou.
O diretor superintendente disse ainda que a união é para que, nos pós-crise, os negócios sejam retomados de maneira consciente e correta. “Nós não podemos perder, nunca, o espírito empreendedor. É preciso uma organização e um apoio presente para que o futuro, onde viveremos o resto de nossas vidas, seja construído de forma consciente e planejada. Nós nunca mais voltaremos ao mundo que deixamos para trás há 40 dias. Por isso, não podemos perder a esperança e a expectativa no futuro”, explicou.
Parcerias
Para ajudar os micro e pequeno empresários do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Sebrae assinaram um acordo que busca facilitar esse acesso a financiamento de capital de giro, criando uma linha especial de R$ 12 bilhões disponibilizada pelo banco e garantida pelo Sebrae. O acordo tem como objetivo promover ações de suporte e acompanhamento assistido às MPEs, com a possibilidade de utilização da garantia do de Aval às Micro e Pequenas Empresas.
Ainda nesse sentido, um acordo firmado entre o Sebrae Goiás e a Agência GoiasFomento vai garantir R$ 36 milhões, por meio do Fundo de Aval para micro e pequenas empresas (Fampe). A ação ataca um dos principais obstáculos no acesso ao crédito por parte dos pequenos negócios, que é a exigência de garantia pelas instituições de crédito. De acordo com Fialho, serão priorizadas operações de até R$ 50 mil.
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