Com o objetivo de disseminar a cultura empreendedora na comunidade acadêmica e colaborar para o desenvolvimento da competência empreendedora nas diferentes áreas do conhecimento, bem como mobilizar estudantes para o desenvolvimento de ações sociais, ou seja, prepara-los para serem mais criativos, durante a vida acadêmica, no trabalho ou para criar negócios inovadores que resultem em melhores condições de vida para a população e para preservação do meio ambiente, a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da Universidade Federal de Goiás realizou, no último mês de setembro, a 7ª Olimpíada virtual de Empreendedorismo (OEU). De maneira virtual, a iniciativa abrangeu estudantes de diversos estados do Brasil.
A 7ª OEU é uma iniciativa da PRPI UFG, por meio da DTIT – Diretoria de Transferência e Inovação Tecnológica, realizada pelo CEI – Centro de Empreendedorismo e Incubação, com apoios do Sebrae, Funtec – Fundação de Desenvolvimento de Tecnópolis,?ICE – Instituto de Cidadania Empresarial, e RGI – Rede Goiana de Inovação.
De acordo com a assessora de Impacto do Centro de Empreendedorismo e Incubação da UFG, Ednamar Dias dos Santos, o projeto envolveu “estudantes interessados em desenvolver soluções inovadoras e que estejam regularmente matriculados em Instituições de Ensino Superior (IES), em cursos de graduação ou de pós-graduação (stricto-sensu ou lato-sensu) em todo o Brasil”, disse. A assessora explicou ainda que, “Este ano, a OEU foi realizada de forma totalmente virtual. Outra novidade é a categoria Negócio de Impacto Social, que não constava nas 6 edições anteriores”.
Categoria Ação Social
A advogada e estudante do Programa de Pós Graduação em Sistemas Agroindustriais da UFCG, Yara Dayane de Lira Silva, 31, os servidores públicos Alexandre Ribeiro de Araújo,50, e Robson Soares Sousa, 31, são responsáveis pelo “Projeto Ibirarama – Semeando o Presente, Cuidando do Futuro”, que tem como objetivo, diante da problemática do tempo seco e da pouca valorização da cultura local, promover um elo entre parcerias público e privadas, instituições de ensino, escolas e a comunidade como um todo, “para que aja um plantio e o cuidado de mudas de árvores nativas na região do interior da Paraíba”, explicou Yara.
Categoria Negócio de Impacto
A analista fiscal Mariangela Costa Ribeiro, 27, e a Assistente jurídica Maíra Costa Ribeiro, 31, são responsáveis pelo projeto “Som das Cores”. “Pensando em uma repaginada no aprendizado, acelerando a alfabetização, gamificamos o método nobre de alfabetização e o nomeamos “Som das Cores”, onde a criança aprenderá a ler de forma rápida sem conhecer uma palavra, apenas sons”, explica Mariângela.
Categoria Negócio Inovador
O estudante de medicina Juan Felipe Galvão da Silva, 19, aluno da Universidade Federal de Jataí, desenvolveu junto de seus colegas um aplicativo customizado, acessível, intuitivo, de interface facilitada e objetiva. “O “Histoprint” é um aplicativo semelhante a uma rede social sobre histologia, com chat para dúvidas, possibilidade de formação de grupos de estudo, material para estudo simplificado, em formato de flashcards e, sobretudo, de idioma principal: português. Nossa plataforma criará um espaço gratuito de enriquecimento mútuo e coordenado, a partir da contribuição de distintas Universidades e membros colaboradores, de modo a democratizar o ensino de Histologia, com o intuito de suprir algumas problemáticas percebidas pela nossa equipe em uma pesquisa em diversas Instituições de Ensino públicas e privadas, como baixa disponibilidade de microscópios”, explica.
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