A empresária Ana Márcia Rodrigues Catoira, de Anápolis, exemplifica esse otimismo dos pequenos negócios com a economia, aferido pela Sondagem Conjuntural realizada pelo Sebrae no mês de setembro.
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Ela e o marido, Naldo Hora da Silva, são donos da Hope Academia, instalada dentro de um shopping da cidade, com 1,4 mil alunos. Atualmente o casal negocia a aquisição de uma concorrente no Bairro Jundiaí, região nobre de Anápolis, herdando uma carteira com 450 clientes.
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“A ideia é que essa filial seja voltada para o público premium”, conta Ana Márcia, que se mostra otimista com a economia. “Essa questão da nova presidência da República, as taxas de juros estão bem menores, como nunca estiveram no mercado. Isso ajudou bastante”, explica.
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A aquisição da estrutura de uma concorrente não é algo de ocasião, uma decisão tomada perante uma oferta irrecusável. A empresária conta que a ampliação do negócio já estava nos planos da Hope. O primeiro cenário foi crescer para dentro do shopping, mas não houve acordo com a direção do centro de compras.
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Ana Márcia revela que a sua unidade principal pode atender até 2,2 mil alunos, mas a ideia é chegar até 1,8 mil, pois a proposta é entregar um serviço de qualidade para os clientes, e ela entende que uma carteira muito grande prejudicaria esse objetivo. No futuro, o plano é ter uma sede própria cuja estrutura reafirme esse conceito de atendimento exclusivo.
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A Hope está pronta para novos voos porque se preparou para isso. O primeiro passo foi oferecer um produto diferente em meio a um país em crise. Ana Márcia e Naldo tinham uma academia em Goiânia desde 2002, quando decidiram levar o negócio para o interior.
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Ao conhecer o espaço oferecido pelo shopping, onde antes funcionava uma concessionária de veículos, os dois decidiram que Anápolis seria o ideal. O ano era 2015. Houve várias idas e vindas, inclusive com a desistência do dono em alugar o primeiro imóvel escolhido pelo casal, mas eles não desistiram. E quando abriram a Hope, conseguiram um comprador para a academia de Goiânia, garantindo capital suficiente e tempo para se dedicarem exclusivamente ao novo projeto.
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Ana Márcia conta então que a experiência fez com que eles apostassem em um método novo, criado especialmente para a Hope, que leva em conta o histórico do aluno, o objetivo que ele deseja, o prazo para alcançá-lo e os empecilhos para se chegar à essa meta.
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Outros diferenciais também foram colocados em prática naquele momento, como professores sem aparelhos celulares e, por isso, com atenção exclusiva ao aluno; taxa de anuidade que permite investimentos na estrutura e participação em congressos; e proibição de atestados ou trancamento de matrículas em períodos de férias.
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“Outra coisa é que a gente busca as pessoas que estão em casa. A academia não quer aquele que somente pratica uma atividade física. A gente quer aquele que vive uma situação de sobrepeso ou está com baixa autoestima para modificar essa realidade”, ressalta Ana Márcia.
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A Hope tem infraestrutura e equipamentos de ponta, além de novidades no mundo das academias, como o crossfit. Recentemente ela incorporou o atendimento personalizado de outro estabelecimento da cidade, voltado para o público A e AA.
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Ana Márcia também buscou o Sebrae nessa sua jornada. Ela fez o Empretec, pois queria aflorar seu lado empreendedor. “Eu sou cuidadora, mas sentia que precisava mais, precisa conhecer minhas características e também minhas fraquezas”.
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A empresária conta que a tarefa do livro de selos a desafiou a ter uma opção que caiba no que o mercado exige. “Hoje trago para minha academia as coisas que antes não conseguia enxergar”, finaliza.
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Informações para a imprensa:
No Sebrae: Adriana Lima – (62) 3250-2236 / 2252 / 99456-2491
Na Ideorama Comunicação em Anápolis: Marcos Vieira – (62) 98124-7487
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