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Mesmo com redução de público, Região da 44 registra melhora de vendas no fim de ano

Apesar de queda no fluxo de compradores presenciais nos meses de novembro e dezembro, na comparação com 2019, comércio online ajudou na recuperação do polo confeccionista em Goiânia
Por Redação
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Apesar da redução de público, a Região da 44 registrou aumento nas vendas de fim ano em 2020 na comparação com igual período em 2019, refletindo uma importante recuperação após quatro meses sem atividades e outros três meses funcionando sem a vinda de caravanas de outros estados. A estimativa da Associação Empresarial da Região da 44 (AER44) é de que tenham passado cerca de 3 milhões de pessoas pelo polo confeccionista em Goiânia, o segundo maior do Brasil.

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“Recebemos nos dois últimos meses do ano passado 75% do fluxo de 2019, o que foi muito positivo, principalmente com o retorno das excursões a partir de outubro. Também tivemos um crescimento expressivo no online, o que trouxe ainda mais visibilidade para os negócios aqui estabelecidos. Os 25% que não puderam vir presencialmente compraram por meio dos diversos canais digitais ofertados pela região, como site, aplicativos, loja online, WhatsApp e redes sociais”, afirma Crhystiano Câmara, presidente da Associação Empresarial da Região da 44 (AER44), que estima um aumento médio de 10 a 15% nas vendas de final de ano, comparando-se com igual período em 2019.

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De acordo com Crhystiano, o aumento, mesmo com a redução de fluxo de público presencial, se deve a uma demanda que estava reprimida durante o período em a 44 ficou fechada por causa da pandemia. “O mercado voltou a aquecer no final do ano e os compradores de todo o Brasil aproveitaram para repor os estoques e levar novidades aos clientes. Houve um aumento também considerável das vendas online que complementou a venda física”, explica o presidente da AER44.

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Crhystiano avalia ainda que o retorno após as medidas restritivas foi muito positivo. “Tivemos um retorno positivo dos nossos lojistas. Grande parte deles venderam o mesmo ou a mais do que em 2019, segundo balanço dos próprios. Muitos acreditam que não venderam ainda mais por causa da falta de mão de obra qualificada e de matéria-prima (área que sofreu bastante impacto na pandemia)”, explica.

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Manter os cuidados

Conforme o presidente da Associação Empresarial, a estratégia principal dos empreendimentos da região neste primeiro semestre de 2021, para se manter uma boa movimentação e que o polo seja o menos possível afetado pelos efeitos da pandemia, é de continuar com todas as medidas preventivas como uso obrigatório de máscara, do álcool em gel, reforço da limpeza e da comunicação com as excursões, para que as mesmas possam vir no início da semana, diluindo assim o fluxo de compradores ao longo da semana.

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“Manter agora o cumprimento de todas as medidas sanitárias é de fundamental importância, uma vez que a vacina já está chegando. Shoppings, galerias e lojistas aqui da região estão cumprindo à risca o que determina as autoridades de saúde. Mas é preciso que não só a 44, mas todos em Goiânia e em Goiás, que está com um cenário favorável em relação a outros estados brasileiros, façam também a sua parte. Vamos vencer este vírus”, exclama Chrystiano.