Com o fechamento de bares e restaurantes devido à pandemia do coronavírus, o músico de Anápolis Richardson Bastos perdeu a sua principal fonte de renda. Fora dos palcos, também em casa cumprindo as orientações de isolamento social, ele decidiu usar a tecnologia para tentar retomar sua atividade.
Richardson programou apresentações da sala de casa, com transmissões ao vivo pelo Facebook e Instagram. Nas publicações postadas nas redes sociais em que anuncia os shows, ele divulga também a sua conta no banco, pedindo uma colaboração, naquilo que chama de couvert solidário.
Há 35 anos na profissão, o cantor fazia até quatro apresentações por semana antes da crise gerada pela pandemia. Ele é registrado como MEI (microempreendedor individual) na área de shows e eventos. Richardson toca e canta todos os estilos musicais e garante interação durante os shows pela internet, atendendo pedidos de música feitos pela plateia virtual.
A apresentação cumpre também esse papel de entreter as pessoas confinadas em suas casas, reproduzindo os finais de semana com música ao vivo, amenizando uma rotina de notícias que causam preocupação a todos.
O setor cultural foi profundamente afetado pela crise, pois ao se proibir aglomerações, deixaram de acontecer sessões de cinema, espetáculos de teatro, shows de música, exposições em museus e outras manifestações artísticas.
Além de prejudicar o artista – a ponta mais visível – a pandemia atinge uma cadeia produtiva que envolve diversos profissionais. Grande parte dos artistas no Brasil é formada por empreendedores, trabalhando de forma autônoma – cerca de 44%, como aponta o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
SERVIÇO:
Richardson Shows e Eventos
Telefone: (62) 99380-5873
Facebook: /richardsonartista
Instagram: @bastosrichardson
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